Quixadá: Secretaria de Saúde confirma caso de H1N1; paciente evoluiu para cura

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GRUPO PRIORITÁRIO Pessoas a partir de 60 anos; crianças de seis meses a menores de cinco anos; trabalhadores de saúde; professores das redes pública e privada; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas; e funcionários do sistema prisional. As pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar.

A Secretaria de Saúde de Quixadá, no Sertão Central, confirmou, por meio de nota, um caso de H1N1 neste município. “Até 01 de maio de 2018 foram noticiados 6 casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), destes, 1 foi confirmado para Influenza A subtipo H1N1, e 5 casos seguem em investigação”, diz a nota.

Ainda de acordo com a Secretaria de Saúde, a paciente diagnosticada com H1N1 evoluiu para cura, está bem e já recebeu alta hospitalar; os outros cinco casos em investigação evoluem para o mesmo quadro. Até agora, nenhum caso de óbito em decorrência da H1N1 foi registrado no município.

A vacina disponibilizada na 20ª Campanha Nacional de Vacinação contra Influenza é trivalente, inativada, fragmentada, purificada e altamente segura, além de conferir proteção contra Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B (sazonal).

A meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para Quixadá é vacinar 22.828 pessoas pertencentes aos grupos prioritários. A vacina tem chegado aos municípios em remessas. A previsão é de que até o final da campanha Quixadá receba seis remessas. Até  esta quinta-feira foram disponibilizados 03 remessas, sendo a primeira correspondente a 20% da meta, a segunda correspondente a 9% e a terceira correspondente a 15%.

LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO FALHA

Em vários municípios cearenses – e em Quixadá não é diferente -, a população tem se deparado com a falta da vacina em certos dias da semana. O problema, segundo o Governo Federal, não é que falte vacinas, mas a logística de distribuição. Sem entender direito o que acontece, a população acaba culpando as prefeituras, que nada tem a ver com o problema, já que a administração das doses depende do abastecimento que é feito pelo Ministério da Saúde.

A assessoria de imprensa do Ministério da Saúde informou ter enviado ao Ceará 1,2 milhão de doses. “Nesta semana o Estado receberá mais 520 mil doses, totalizando 70% do quantitativo que o Estado receberá para a campanha (2,5 milhões). O Ministério reitera que não há falta de vacinas para a campanha. Faltas pontuais nos postos de saúde podem ser explicadas por questões logísticas”, completou o Ministério da Saúde.

GRUPO PRIORITÁRIO

Pessoas a partir de 60 anos; crianças de seis meses a menores de cinco anos; trabalhadores de saúde; professores das redes pública e privada; povos indígenas; gestantes; puérperas (até 45 dias após o parto); pessoas privadas de liberdade – o que inclui adolescentes e jovens de 12 a 21 anos em medidas socioeducativas; e funcionários do sistema prisional. As pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais também devem se vacinar.

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