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Alece deve votar projeto do Executivo que cria segunda delegacia da mulher em Fortaleza

A Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) deve apreciar na próxima semana, mensagem do governador Elmano de Freitas que cria a 2ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) em Fortaleza. Atualmente, dos 184 municípios cearenses, apenas nove contam com delegacias especializadas. Além de Fortaleza, que já conta com uma unidade, os  equipamentos estão presentes nos municípios de Pacatuba, Caucaia, Maracanaú, Crato, Iguatu, Juazeiro do Norte, Icó, Sobral e Quixadá.

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Foto: Divulgação/SSPDS

“Assinei o projeto de lei que cria mais uma Delegacia de Defesa da Mulher em nossa capital. Essa iniciativa fortalecerá a rede de proteção às vítimas, que hoje conta com quase 50 equipamentos em nosso estado. Não podemos permitir que o machismo e a violência destruam a vida das mulheres. Seguiremos trabalhando para garantir mais segurança e tranquilidade para as mulheres e para toda a nossa população”, comentou Elmano de Freitas, que concluiu pedindo apoio dos deputados cearenses para aprovação da mensagem.

A instalação de uma nova delegacia permitirá que mais mulheres tenham acesso facilitado aos serviços de apoio. A ação confirma o compromisso do Governo do Ceará com a promoção e a proteção dos direitos humanos. Diversos serviços serão descentralizados, proporcionando um atendimento mais ágil e eficiente. A nova unidade terá capacidade para atendimento de mais pessoas, além de promover suporte mais especializado.

Somente em janeiro passado foram registrados 2.010 casos de violência contra a mulher, segundo estatística da Secretaria de Segurança Pública.  No ano passado o Ceará registrou 25.779 casos de violência contra a mulher, de acordo com dados da Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp-CE).

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Foto: Reprodução

DDM

As Delegacias de Defesa da Mulher são responsáveis por receber denúncias e investigar crimes praticados no âmbito doméstico e familiar, além de feminicídios. As unidades das DDMs atuam de forma integrada em equipamentos da Secretaria da Mulher, como as Casas da Mulher Brasileira (CMBs) e Casas da Mulher Cearense. Em outras regiões, sem unidade especializada, as denúncias podem ser feitas nas delegacias distritais, regionais ou municipais, por onde também podem ser requeridas as medidas protetivas.

 

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