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Ceará ocupa 2ª posição no Norte e Nordeste em empregos formais na indústria

Foto: Reprodução

O Ceará se firmou como o segundo estado com maior quantidade de empregos formais na indústria entre as regiões Norte e Nordeste. Informações divulgadas pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, indicam que, no acumulado de janeiro a outubro deste ano, o Estado contabilizou um estoque de 293.980 postos formais no setor industrial, resultado que o posiciona atrás apenas da Bahia no ranking regional.

No mesmo intervalo, a Bahia liderou com 327.713 vínculos formais na indústria, enquanto Pernambuco apareceu na terceira colocação, com 260.885 empregos. O desempenho cearense reforça a importância do parque industrial estadual no contexto regional e demonstra a capacidade de geração de empregos formais em um segmento estratégico para o crescimento econômico.

Para o presidente da Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), Danilo Serpa, o resultado é consequência direta da política de incentivos implementada pelo Governo do Estado. Segundo ele, os números estão fortemente relacionados aos setores contemplados por incentivos fiscais do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) e por ações de apoio patrimonial, como a oferta de galpões industriais. De acordo com Serpa, sob a condução do governador Elmano de Freitas, o Estado tem atuado de maneira contínua para atrair investimentos e assegurar a sustentabilidade das indústrias, reconhecendo a relevância do setor na geração de emprego e renda para a população.

O presidente da Adece ressalta ainda a capilaridade das empresas beneficiadas, distribuídas nas 14 macrorregiões do Ceará. Um exemplo mencionado é o setor calçadista, que mantém unidades produtivas em 12 macrorregiões e está presente em 26 municípios, ampliando os impactos positivos da industrialização para além da Região Metropolitana de Fortaleza e contribuindo para a interiorização do desenvolvimento. Entre os setores com maior número de empregos destacam-se a indústria de calçados (70.595), seguida dos segmentos de alimentos (45.289), confecção (42.737), minerais não-metálicos (14.058) e têxtil (13.892).

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