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Gasolina e diesel podem ficar mais caros no Ceará após reajuste do ICMS

O reajuste do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) cobrado sobre combustíveis passou a valer em todo o país desde a última quinta-feira (1º) e deve gerar aumento nos preços da gasolina e do diesel no Ceará. A alteração foi definida pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e tem impacto direto no valor final pago pelos consumidores.

Foto: Reprodução

Com a atualização, o ICMS da gasolina teve acréscimo de R$ 0,10 por litro, elevando a alíquota para R$ 1,57. No caso do diesel, o aumento foi de R$ 0,05, fazendo o imposto chegar a R$ 1,17 por litro.

No Ceará, a gasolina comum é vendida, em média, a R$ 6,16. Com o reajuste do imposto estadual, o preço pode subir para cerca de R$ 6,26 por litro. Levantamentos indicam que os valores variam de R$ 5,59, no menor registro, a R$ 7,75, no maior.

O diesel apresenta preço médio de R$ 6,17 no estado e, após a mudança no ICMS, pode atingir aproximadamente R$ 6,27. Os valores praticados nos postos cearenses vão de R$ 5,82 a R$ 6,55.

Os dados são do último levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), que analisou os preços praticados entre os dias 21 e 27 de dezembro de 2025.

A definição do reajuste ocorreu em setembro do ano passado, após decisão do Comitê Nacional de Secretários de Fazenda, Finanças, Receita ou Tributação dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz). Para o cálculo, foram considerados os preços médios mensais dos combustíveis apurados pela ANP entre fevereiro e agosto de 2025, comparados com o mesmo período de 2024.

Este é o segundo ano seguido de aumento do ICMS sobre combustíveis. Em fevereiro de 2025, os estados já haviam promovido uma atualização nas alíquotas do imposto.

Desde 2023, o ICMS sobre combustíveis passou a ser cobrado por meio de alíquota fixa em todo o território nacional, substituindo o modelo anterior, no qual cada estado definia seus próprios percentuais. Por se tratar de um insumo essencial, o reajuste tende a repercutir em diferentes setores da economia, especialmente no custo do transporte e no preço final de produtos e serviços.

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