
Os eleitores que não possuem a biometria cadastrada, poderão votar normalmente no segundo turno das eleições deste ano. A ausência do cadastro biométrico não impacta no acesso ao voto.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral, são mais de 17,4 milhões de pessoas aptas a votar, que não possuem biometria ativa, o que representa algo em 10,99% do eleitorado brasileiro.
Identificação
Além da urna eletrônica, os mesários cuidam de um equipamento conjunto da votação, que é o leitor biométrico. Ele ajuda a identificar o eleitor a partir da digital, esse procedimento é feito antes da ida a cabina de votação.
São realizadas quatro tentativas de leitura da biometria. Se nenhuma funcionar, o mesário pergunta a data de nascimento do eleitor para garantir o acesso ao voto. No mesmo instante, um documento oficial deve ser apresentado para validação das informações.
Segurança
O cadastro de biometria do eleitor é um dos métodos de segurança do Tribunal Superior Eleitoral, que garante a transparência do órgão, evitando a duplicidade cadastral.
Com exceção do eleitor que realiza seu cadastro no exterior, os cartórios eleitorais já coletam a biometria, com dados que se integram a base de Identificação Civil Nacional.
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