O Ceará encerrou 2025 com crescimento econômico de 2,9%, resultado superior à expansão de 2,3% registrada pelo Brasil no mesmo período. Enquanto o Produto Interno Bruto (PIB) nacional alcançou R$ 12,7 trilhões, a economia cearense apresentou avanços também na abertura de negócios e no mercado de trabalho, com redução do desemprego.
No cenário nacional, a taxa anual de desocupação recuou para 5,6% em 2025, o menor percentual da série histórica brasileira. O rendimento médio real dos trabalhadores chegou a R$ 3.560 mensais. Os indicadores ajudam a dimensionar o comportamento da economia e seus reflexos sobre a população ocupada.

Um dos reflexos da movimentação econômica foi o aumento na criação de empresas. O Ceará contabilizou mais de 142 mil novos negócios em 2025, alta de 27,22% em relação ao ano anterior. A tendência de crescimento continuou em 2026: entre janeiro e setembro, o número de empresas abertas aumentou 16% na comparação com o mesmo intervalo de 2025, conforme informou Eduardo Jereissati, presidente da Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec).
O mercado de trabalho estadual também apresentou melhora. A taxa anual de desemprego no Ceará ficou em 6,5% em 2025, o menor índice da série histórica local. De acordo com o secretário do Trabalho do Ceará, Vladyson Viana, a redução da desocupação foi observada em diferentes atividades econômicas, especialmente no setor de serviços. Ele também destacou a elevação do rendimento médio dos trabalhadores brasileiros e a redução da informalidade.
Além desses indicadores, o estado registrou movimentação expressiva no mercado imobiliário e crescimento de mais de 177% nas vendas de veículos elétricos em um ano. Os resultados ampliam o panorama da atividade econômica cearense, que combina expansão do PIB, criação de empresas e mudanças no mercado de trabalho.
Acompanhe mais notícias da Rede ANC através do Instagram, Spotify ou da Rádio ANC.

