A rebelião começou ainda na tarde desta terça-feira (13), diante da informação de que vários detentos deveriam ser transferidos nas próximas horas para outras unidades do Sistema Penal. Eles passaram a queimar colchões e a depredar as cela, galerias e vivências.
Ainda durante a tarde, agentes do Grupo de Apoio Penitenciário (GAP) conseguiram controlar a movimentação dos detentos. No entanto, durante a noite, o motim foi retomado e novos colchões foram queimados. Equipes do Batalhão de Polícia de Choque (BPChoque) foram enviadas para o local, mas a invasão tática ao local para a retomada do controle não aconteceu por ser noite, período em que operações desse tipo não são recomendadas.
Superlotado
Durante toda a madrugada, os presos provocaram danos ao patrimônio público e fizeram muita algazarra. Os agentes do GAP estão dentro do presídio, mas a PM se mantém do lado externo, para impedir qualquer tentativa de fuga.
Cerca de 1.800 presos estão atualmente na CPPL 2, conforme as primeiras informações colhidas pela própria PM no local. A Secretaria da Justiça e da Cidadania (Sejus) não se pronunciou, ainda, sobre o caso. Conforme uma fonte da PM, não há informações sobre mortes ou presos feridos.


