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O Ceará está no mês de combate à Leishmaniose ou Calazar Canino

Cachorro com leishmaniose (Calazar)

A leishmaniose visceral canina ainda é um importante problema de saúde publica. Já que o cão cumpre o papel de reservatório doméstico da doença, transmitida a doença pelo mosquito flebótomo.

Doença sistêmica grave de inicio insidioso e evolução lenta. Sinais clínicos  dos cães infectados varia de aparente estado sadio a um severo estagio final. Sinais comuns da doença: alterações cutâneas (queda de pelo (alopecia), eczema, ulceras, crescimento exagerado das unhas (onicogrifose), emagrecimento acentuado, cerato conjuntivite e paresia dos membros posteriores.

A confirmação da doença é feita pelo diagnostico laboratorial.(sorológicos e parasitológicos). Antigamente o Ministério da Saúde recomendava a eutanásia para cães positivos para LVC (Leishmaniose Visceral Canima). Atualmente se faz o tratamento com um custo alto, mas mesmo assim os cães se mantem como reservatórios, pois continuam abrigando o parasito, podendo transmiti-los aos insetos voadores, cópulas.

Existe a vacina Leishtec para prevenir a doença. Uso de coleiras a base de deltametrinas, telas de proteção, e controle da população canina de rua ou errantes.

Lembrando que quem passa a doença é o mosquito flebótomo e não o cão.

Mosquito feblótomo

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