Ações do Ministério do Trabalho resultaram no resgate de 36 pessoas em condições análogas à escravidão, em 2018, no Ceará. Os trabalhadores estavam em Fortaleza e em Beberibe, onde quatro empresas foram autuadas, sendo três urbanas e uma rural.
Segundo o auditor fiscal do trabalho, Sérgio Santana, os homens atuavam no ramo da construção civil e moravam no próprio ambiente de trabalho, em meio a entulhos e ferragens, com risco de choque elétrico, dormindo no chão, com alimentação precária e sem nenhum tipo de proteção individual. “Ou seja, sem as mínimas condições exigidas por lei”, argumenta Santana.
A situação em que os trabalhadores foram encontrados, explica o auditor, em condições precárias e gerando risco à própria vida, caracterizam prática de trabalho análogo ao escravo. Os resgatados são homens e têm entre 20 e 40 anos de idade, e um deles é menor de idade.
G1 CE


