Dos 81 senadores, apenas cinco dispensam o uso de carro oficial com motorista e placa preta. Um deles, Antônio Reguffe, do Distrito Federal, que atualmente está sem partido, é autor de um projeto de lei que extingue a mordomia de uma vez, em todo o território nacional.
Reguffe se diz avesso a privilégios: tem doze assessores (enquanto outros somam até cem, e há anos pilota o mesmo carro popular, da Fiat.
Na mesma linha de Reguffe, que não usam carros oficiais, seguem: o cearense Eduardo Girão (Pros-CE), Alessandro Vieira (PPS-SE), Confúcio Moura (MDB-RO) e Kajuru (PRP-GO). Todos usam carros próprios.
A única exceção prevista no projeto de lei 547, de Reguffe, alcança o presidente da República, como Chefe de Estado.
(As informações são da coluna do Cláudio Humberto)


