Cerca de 588 mil trabalhadores não querem sacar os R$ 500 do FGTS liberados pelo governo e pediram que o valor do saque imediato não seja depositado em suas contas. São clientes com caderneta de poupança na Caixa e que teriam direito, portanto, ao crédito automático do valor, mas solicitaram que isso não seja feito.
Outro 1,6 milhão de clientes com conta-corrente na Caixa Econômica Federal autorizou o depósito dos recursos. Quem tem conta corrente, mas não tem caderneta de poupança na Caixa, tem que solicitar ao banco o depósito.
Já o poupador precisa pedir para que o depósito não seja feito. Em ambos os casos, o contato deve ser feito pelo internet banking da Caixa ou pelo telefone 0800-724-2019.
O saque imediato é diferente do saque-aniversário, que estará disponível a partir de abril do ano que vem. Quem optar por esta modalidade não poderá resgatar o saldo do Fundo em caso de demissão sem justa causa.
No caso do saque imediato, disponível para clientes da Caixa a partir deste mês, o resgaste não impede o acesso ao Fundo se o trabalhador for demitido. Poderá ser resgatado R$ 500 por conta. O trabalhador que tiver mais de uma conta, poderá sacar mais (R$ 1.000 em caso de duas contas, ou R$ 1.500 se tiver três contas).
O saque imediato começou na última sexta-feira (13) para os poupadores do banco que fazem aniversário entre janeiro e abril. No próximo dia 27, começará a retirada para os poupadores com data de aniversário entre maio e agosto. Em 9 de outubro, será vez dos poupadores nascidos de setembro a dezembro.


