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Recuperação de crédito no mercado de ensino pode ser facilitada com a chegada da Blue ao Ceará

O aumento da inadimplência no Brasil é uma realidade que vem afetando segmentos como a educação de crianças, adolescentes e até mesmo de universitários. Tudo isso por conta da economia mais lenta e fatores como a perda do poder de compra dos consumidores e o elevado índice de desemprego.

Esse é um problema que atinge todos os elos da cadeia, pois as dívidas crescentes acabam comprometendo o orçamento das famílias, e ainda, o planejamento financeiro das instituições de ensino, além de ser fator de constrangimento para os próprios alunos.

De acordo com estudos feitos pelo SPC Brasil, 43,5% das dívidas no setor de Educação são do Ensino Superior, crescendo a uma média anual de 4,3%. O SPC revela ainda, que a Região Nordeste é a segunda do país em inadimplência do segmento de Educação com 21,2%, atrás apenas do Sudeste.

Mas, no Ceará, existe agora, a Blue Recuperação de Crédito que surge apostando numa recuperação de crédito mais fácil e humana. Isso porque ela adota uma filosofia que põe o fator humano em primeiro lugar, implantando a cultura organizacional para oferecer a melhor recuperação para débitos.

A Blue desenvolve um trabalho junto às empresas para a recuperação de crédito, além de incluir tratamento da base de dados, definição de estratégia de perfil do devedor, diagnóstico do percentual de recuperação por classe, validação das metas, integração de sistemas e dados, e ainda, criação da estrutura interna para a negociação dos débitos.

O advogado especialista em Direito do Consumidor e recuperação de crédito, Alexandre Diniz, disse que a equipe da Blue consegue entender o problema que a dívida representa para a vida do cliente. “E, desta forma, trabalha como um solucionador e não como um cobrador”, explicou Diniz, que é, também, um dos sócios-diretores da Blue.

Alexandre Diniz ainda informou: “temos acompanhado o crescimento dos índices de inadimplência em todos os níveis, de escolas a faculdades, e sabemos que alcançar formas de recuperar esses valores poderá fazer essas empresas educacionais se tornarem mais competitivas, reinvestindo os recursos antes considerados perdidos em setores estratégicos, como marketing, ou mesmo reajustando a situação financeira”, pontuou.

Após a educação superior, em segundo lugar no ranking de participações aparecem outras atividades de ensino, com 33,7% de inadimplência, e os cursos do Ensino Infantil, Fundamental e Médio, com 15% de participação. Os dados são do Indicador de Inadimplência na Educação, medido pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

O Indicador mostra, também, que o número de pendências com instituições de Ensino Superior é quase três vezes maior que o número de pendências com instituições de Ensino Básico, no qual se concentram famílias com renda mais elevada, ao mesmo tempo em que o Ensino Superior tornou-se mais acessível à população da classe C nos últimos anos.

No Ceará, a chegada da Blue é vista como uma aposta, onde o ensino vem ganhando destaque e capilaridade com oferta de cursos presenciais a custos mais acessíveis e também opções na modalidade de Ensino à Distância conhecida como EAD.

O Estado do Ceará lidera juntamente com Bahia e Pernambuco, o número de matrículas em EAD, com mais de 250 mil alunos, aproximadamente 17% do total da região Nordeste. Um cenário que, somado às mudanças econômicas, não pode passar despercebido pelas instituições de ensino que acumularam passivos nos últimos anos.

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