Temos assistido aos constantes embates verbais entre Sua Excelência o Presidente da República e os democráticos manifestos da imprensa que utiliza o máximo dos seus limites argumentativos para destruir o trabalho que vem sendo feito, no governo federal, para dar alguma decência aos nossos nacionais. Não tem sido fácil esse convívio, entre um e outro. A imprensa denuncia tudo, menos como o atual mandatário encontrou a casa de onde lhe coube administrar o país.
A revista Isto È, desta semana, apresenta um editorial que ratifica o que apresento acima! O mesmo se apresenta com o nome de: “Um Presidente Imoral” Nele o editor põem no Presidente quase todos os títulos que possam destruir a reputação de nosso mandatário, ele só não o acusa de ladrão e corrupto, dois títulos bem comuns encontrados em executivos de gestões anteriores, por ainda não ter sido possível encontrar desvios dessa magnitude na presente gestão do país.
Por influência da imprensa brasileira, o Brasil está sendo, mais uma vez, denunciado, na ONU em sua 35ª acusação, desta feita, por violação dos direitos humanos! As criticas ocorrerão na reunião do Conselho dos Direitos Humanos que acontecerá naquela respeitável organização em decorrência de todas as atrocidades que os cidadãos brasileiros sofrem no país.
Para termos uma ideia da gravidade dos excessos que os cidadãos brasileiros sofrem, em termos de desrespeito aos direitos humanos, podemos tomar como referência países como Venezuela, Cuba, Líbia, Uganda, dentre muitos outros, que receberam denúncias desse porte, por tratarem os seus cidadãos de forma bárbara, desrespeitosa e, sem urbanidade, sociabilidade e importância.
Estamos vivendo um momento em que a cúpula do partido político que dirigiu o país, nos últimos vinte anos, se encontra toda enjaulada, seguramente, não por ser um exemplo de ética, capacidade administrativa e respeito aos direitos humanos mas por considerar que o país podia ser usado como propriedade partidária, onde tudo cabia, como manter no país condenados estrangeiros à prisão perpétua, em suas pátrias, mas que encontraram no nosso país uma alento para os seus desatinos pessoais.
Portanto quem diz o que pensa, pode vir a ouvir o que não pensa!
Seria ótimo se o editor deixasse claro o que vem a ser imoralidade, uma vez que não nos faltam exemplos para apresentar como imoralidades praticadas no passado!


