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Aluguel ganha espaço enquanto cai proporção de casas próprias no Ceará

A maior parte dos moradores do Ceará e de Fortaleza vivia em imóveis próprios e quitados em 2025, com percentuais de 67,5% e 59,4%, respectivamente. Apesar disso, houve queda em relação a 2016, de 1,1 ponto percentual no Estado e de 4,4 pontos percentuais na Capital. Os dados foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Outras formas de ocupação também têm participação relevante. No Ceará, 20,9% dos imóveis eram alugados, 8,9% cedidos e 2,5% próprios ainda em pagamento. Em Fortaleza, o aluguel correspondia a 28,3% das moradias, seguido por imóveis cedidos (6,9%) e financiados (5,2%).

O total de domicílios no Estado chegou a 3,3 milhões em 2025, crescimento de 1,3% em relação ao ano anterior. Na Capital, foram registrados 936 mil imóveis, número 1,5% menor que o de 2024.

Aluguel ganha espaço enquanto cai proporção de casas próprias no Ceará
Foto: Reprodução

As casas continuam sendo o principal tipo de moradia, embora em queda. No Ceará, a participação recuou de 90,9% para 87,8% entre 2016 e 2025. Em Fortaleza, passou de 78% para 73,8% no mesmo período.

Perfil

Quanto à infraestrutura, o abastecimento de água ocorre principalmente pela rede geral, alcançando 92,1% das áreas urbanas e 44,7% das zonas rurais. O acesso à energia elétrica é quase universal, chegando a 99,4% dos domicílios.

O esgotamento sanitário ainda apresenta diversidade de soluções: 43,5% das residências utilizam rede geral ou pluvial, 25,4% recorrem a outros sistemas e 21,8% utilizam fossas sépticas não conectadas à rede.

As residências cearenses tinham, em média, 2,8 moradores em 2025. O modelo familiar predominante era o nuclear, representando 65,4% do total, embora em queda em relação a anos anteriores.

Em contrapartida, os domicílios unipessoais cresceram, passando de 8,8% para 16,8%. O aumento foi expressivo tanto entre mulheres quanto entre homens que vivem sozinhos. Respectivamente, uma alta de 163% e 145%.

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