A decisão atende solicitação do Ministério Público, e determina que o Município de Quixadá não poderá realizar novo concurso, contratar servidores temporários ou nomear agentes públicos para cargos comissionados, enquanto houver candidato aprovado no último certame de 2016.
Mas, de acordo com a denúncia, uma empresa de prestação de serviços de terceirização de mão de obra, vencedora de licitação que ultrapassa R$ 4 milhões, estaria remanejando servidores temporários da atual administração, burlando a decisão judicial.
Os diálogos em áudio revelam que os servidores ficaram sem saber o real motivo da mudança, e um deles chega a citar uma suposta perseguição do juiz. “Por causa da perseguição do juiz, aí ele (prefeito) teve que tirar”, relatou a servidora.


