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Capacete Elmo recebe premiação em Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva

Desenvolvido durante a pandemia da covid-19,em tempo recorde e salvou milhares de vidas durante as primeiras ondas da pandemia da covid-19, o estudo, apresentado pela fisioterapeuta integrante da equipe de desenvolvimento do dispositivo, Betina Tomaz, avaliou, até o momento, fichas médicas de 1.570 pacientes internados entre novembro de 2020 e novembro de 2021, em três unidades de saúde de Fortaleza, sendo duas delas da Rede Sesa: Hospital Estadual Leonardo Da Vinci (Helv) e Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes (HM), além de uma particular. O resultado prévio sinalizou que 66% dos pacientes que utilizaram o dispositivo não precisaram ser intubados.

Reprodução: Sesa

O Congresso Brasileiro de Medicina Intensiva (CBMI) aconteceu em Brasília, de quinta-feira (10) até sábado (12). No total, foram mais de 260 palestrantes nacionais e internacionais, além de 11 atividades simultâneas ao longo dos três dias de evento.

De acordo com o idealizador do capacete e superintendente da ESP/CE, Marcelo Alcantara, que também esteve no Congresso e mediou uma mesa redonda sobre Insuficiência Respiratória e Ventilação Mecânica, os dados foram bem divulgados no evento. “Betina Tomaz apresentou brilhantemente os resultados preliminares do estudo Elmo Registry. Ganhar esse prêmio é um importante reconhecimento para seguirmos firmes na pesquisa e na inovação”, disse.

Quem subiu no palco representando a equipe autora do trabalho foi o pediatra e presidente da Sociedade Cearense de Terapia Intensiva (Soceti), Ricardo Sidou. “Recebemos com muita alegria e orgulho. Fico emocionado porque esse dispositivo salvou muita gente e essa é a nossa missão”, discursou.

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