
Os bastidores do basquete nacional estão movimentados no mês de setembro. Durante a fase final da Copa América de Basquete, onde a seleção brasileira acabou com a medalha de prata, perdendo para a Argentina. Um conflito entre duas entidades ligadas ao esporte acabou implodindo nos bastidores. A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) entrou em ação para retirar o comando do Novo Basquete Brasil (NBB).
Guy Peixoto, atual presidente da CBB, já era visto como um opositor ao atual formato do NBB, que é liderado pela Liga Nacional de Basquete (LNB). Em 2009, ano em que a NBB entrou em vigor, Guy Peixoto concordou com o contrato que estabelecia o novo torneio, mas com o passar dos anos, mudou sua postura e virou opositor do NBB, desde 2017 quando virou presidente da entidade.
A LNB, comanda a elite do basquete nacional, mas a segunda divisão de basquetebol, ainda continua com o comando da CBB, e foi aí que outro problema tomou forma. A CBB, entrou em contato com a Federação Internacional de Basquete (FIBA), indicando que o campeão da segunda divisão de basquete, se classificasse para a liga Sul-Americana. Esse pedido não agradou a LNB, que soltou nota afirmando que apenas no NBB, é possível se classificar para torneios internacionais.
Diante de todos esses embates, a CBB promoveu uma Assembleia que tinha como pauta, uma eventual rescisão do termo de compromisso. Essa rescisão, poderia retirar o direito da LNB de manter sua chancela de organizadora do NBB.
O Fortaleza Basquete Cearense, atual representante cearense no NBB, pode ser bastante impactado com essas eventuais mudanças, pois não existe previsões de como ficará o torneio com uma possível troca de comando.


