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Ceará define estratégia para campanha de vacinação contra brucelose em 2026

O Governo do Ceará iniciou, nesta quinta-feira (22), a organização da campanha estadual de vacinação contra a brucelose, doença que afeta o rebanho bovino e representa risco à saúde pública. A articulação é conduzida pela Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE) e envolve órgãos federais, estaduais e municipais, com foco na definição de prazos, logística e ações de mobilização junto aos produtores rurais.

De acordo com o planejamento apresentado, a campanha será executada em duas etapas. A primeira está prevista para o primeiro semestre, com início em março, e deve imunizar cerca de 98 mil bezerros com idade entre 3 e 8 meses. A segunda fase ocorrerá em outubro, mantendo o mesmo modelo operacional da etapa inicial.

A operação contará com a atuação integrada da SDE, Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri) e diversas entidades ligadas ao setor produtivo e à assistência técnica. Entre elas estão Centec, SDA, Ematerce, Faec, Fetraece, Aprece, além do apoio da Alece e da Fiec. A Adagri ficará responsável pela elaboração do cronograma detalhado e pela distribuição das vacinas conforme a demanda das regionais.

Antes do início da imunização, a SDE promoverá seminários voltados a técnicos e produtores rurais, com o objetivo de reforçar a importância da vacinação e orientar sobre os procedimentos. As atividades estão agendadas para os dias 4 e 5 de fevereiro, nos municípios de Quixeramobim e Tauá.

Impacto na saúde e no desenvolvimento econômico

Segundo representantes da SDE, a campanha vai além da proteção animal, contribuindo também para a segurança sanitária da população e para o fortalecimento da cadeia produtiva do leite no estado. A iniciativa busca reduzir prejuízos, aumentar a produtividade e garantir maior sustentabilidade ao agronegócio cearense.

Recursos federais reforçam a ação no estado

O Ministério da Agricultura destinou R$ 1,6 milhão para viabilizar a campanha no Ceará. Os recursos serão utilizados na aquisição de vacinas e insumos, assegurando que o material chegue aos produtores de forma ágil e eficiente, ampliando o alcance da imunização em todo o território cearense.

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