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Ceará tem dois entre os 100 melhores hospitais do Brasil

Um levantamento nacional inédito aponta que o Ceará possui dois dos 100 melhores hospitais públicos do Brasil: o Hospital Universitário Walter Cantídio e o Instituto Dr. José Frota (IJF) Central, ambos localizados em Fortaleza. O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS), Instituto Ética Saúde, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass) e Conselho Nacional das Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

Foto: Reprodução

A pesquisa analisou hospitais com atendimento 100% pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o país. São Paulo lidera o levantamento, com 30 unidades entre as 100 melhores. Além do Ceará, estados como Santa Catarina e Pará aparecem com 7% cada dos hospitais selecionados, seguidos por Pernambuco e Rio de Janeiro, com 6%, e Paraná, com 5%.

A partir da lista inicial, o estudo passará por uma nova etapa de avaliação para definir os dez melhores hospitais públicos do Brasil. O resultado será divulgado em maio, durante a cerimônia do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, iniciativa conjunta das cinco entidades responsáveis pelo levantamento.

Para compor a relação das 100 unidades, foram considerados hospitais administrados pelos governos federal, estadual ou municipal, com assistência exclusivamente pelo SUS. O levantamento incluiu hospitais gerais, adultos ou pediátricos, e unidades especializadas em ortopedia, oncologia, cardiologia e maternidade, todas com mais de 50 leitos e produção registrada no Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025. Hospitais psiquiátricos e de longa permanência não foram incluídos.

Entre os critérios avaliados estão acreditação hospitalar, taxas de ocupação e mortalidade, disponibilidade de leitos de terapia intensiva, tempo médio de permanência dos pacientes internados, além de indicadores de eficiência, que cruzam dados de atendimentos com a disponibilidade de recursos financeiros. A classificação final também considera pesquisa independente de satisfação dos pacientes e informações de compliance fornecidas pelas próprias unidades.

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