Após reunião entre membros do Sindicato União dos Trabalhadores em Educação de Fortaleza (Sindiute) com a titular da Secretaria de Educação de Fortaleza (SME), Dalila Saldanha, e o secretário do Planejamento, Orçamento e Gestão, Philipe Nottingham, a Prefeitura reafirmou as propostas aos professores. Na conversa, realizada na tarde desta terça-feira, 24, na Câmara Municipal de Fortaleza, os representantes do Município repetiram que a Prefeitura pretende oferecer os reajustes informados para categoria nos dias 10 e 11 de abril com intuito de encerrar a greve da categoria, que já dura uma semana.
Foram duas as propostas reafirmadas:
1) Adicional de 3,75% ao reajuste de 2,95% concedido ao conjunto dos servidores. Com isso, é alcançado o índice de 6,81% previsto em lei pelo Piso Nacional do Magistério de 2018 é de 6,81%. Além disso, é previsto reajuste de 10% no Auxílio Dedicação Integral (ADI) a partir de abril e incorporação de 11,2% da Gratificação de Regência de Classe/Permanência em Serviço ao vencimento base, ficando 8,8% de Regência.
2) Adicional de 1,86% a partir de julho e mais 1,86% em dezembro, ao reajuste de 2,95%, garantindo os 6,81% de reajuste do Piso Nacional do Magistério de 2018, com a prorrogação do pagamento das pecúnias até janeiro de 2019. – Reajuste de 10% no Auxílio Dedicação Integral (ADI) a partir de abril, incorporação de 11,2% da Gratificação de Regência de Classe/Permanência em Serviço ao vencimento base, ficando 8,8% de Regência.
A Prefeitura garante ainda Gratificação de Incentivo à Lotação para assistentes da Educação Infantil e manutenção de incorporação do aditivo de carga horária aos supervisores e orientadores do concurso de 1994.
Além do reajuste salarial acompanhando o piso nacional de 6,81%, a categoria reivindicava o pagamento de pecúnia referente a licença-prêmio de 4 mil professores e reforma do parque escolar. Outra questão apontada pelos grevistas é a resolução da insegurança enfrentada pela rede municipal, agravada, segundo Gardênia Baima, da direção executiva do Sindiute, após a demissão de 850 profissionais terceirizados, dentre porteiros, vigilantes e merendeiras, no final de 2017.
Com informações do Jornal O Povo.


