O Instituto de Desenvolvimento do Trabalho (IDT) vem ampliando sua política de inclusão social por meio de ações voltadas à qualificação profissional e à reinserção de pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema prisional. Entre as iniciativas em desenvolvimento está a implantação de cursos de costura na Unidade Prisional Irmã Imelda, em Itaitinga.
A proposta tem como objetivo oferecer formação profissional com atenção especial à população trans, contribuindo para a ressocialização, a geração de renda e a construção de novas trajetórias profissionais após o cumprimento da pena. De acordo com o presidente do IDT, Raimundo Ângelo, a educação profissional é uma ferramenta estratégica de transformação social.

“A união entre instituições públicas e organizações da sociedade civil fortalece ações de inclusão social, amplia oportunidades e demonstra que a educação profissional é uma ferramenta poderosa de transformação de vidas”, pontua.
O Instituto já atua em parceria com a Casa de Andaluzia na oferta de cursos de costura destinados a pessoas trans e mulheres da periferia em situação de vulnerabilidade social. Nessa atuação, o IDT é responsável pela validação dos certificados, orientação profissional e encaminhamento dos participantes para o mercado de trabalho.
Além disso, há uma programação específica de ações de empregabilidade voltadas a pessoas privadas de liberdade. O foco é o fortalecimento do convívio social e a autonomia econômica.
O IDT também desenvolve atividades em parceria com a Coordenadoria de Inclusão Social do Preso e do Egresso (Coispe), vinculada à Secretaria da Administração Penitenciária e Ressocialização. Entre as ações estão as Oficinas de Orientação para o Mercado de Trabalho, que auxiliam na preparação e na inserção desse público nesse meio.
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