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Léo Prates será o relator da proposta sobre o fim da escala 6 por 1

Fim da escala 6 por 1, segundo pesquisa da Nexus - Inteligência de Dados, é aprovado por cerca de 73% dos brasileiros - (Foto: Reprodução)
Fim da escala 6 por 1, segundo pesquisa da Nexus – Inteligência de Dados, é aprovado por cerca de 73% dos brasileiros – (Foto: Reprodução)

Filiado ao Republicanos da Bahia, o deputado federal Léo Prates foi escolhido para ser o relator da proposta que irá discutir o fim da escala 6 por 1 na Câmara. A indicação do parlamentar partiu de Hugo Mota, presidente da Casa. Já o deputado Alencar Santana (PT-SP) foi o escolhido para presidir o colegiado especial.

O colegiado foi criado especificamente para analisar o mérito da proposta, aprovada na Comissão de Constituição e Justiça no dia 22 de abril. Agora, com a instalação da comissão especial, os parlamentares passam a discutir o conteúdo da proposta, incluindo possíveis alterações, antes de levá-la ao plenário.

O debate deve envolver diferentes setores da sociedade, já que a medida trata diretamente da jornada de trabalho e pode impactar tanto trabalhadores quanto empregadores.

Proposta

O fim da escala 6 por 1, modelo em que o trabalhador atua por seis dias consecutivos e folga apenas um, tem gerado discussões sobre qualidade de vida, produtividade e equilíbrio entre vida pessoal e profissional. A análise no colegiado será decisiva para definir os próximos passos da matéria dentro do Congresso Nacional.

Estudos apontados por diferentes especialistas trazem pontos de vista distintos entre entidades que representam o empresariado. As confederações patronais, por exemplo, projetam queda no Produto Interno Bruto (PIB) e alta da inflação.

Já análises da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostram cenários reduzidos, atingindo apenas alguns setores, além da criação de mais empregos e possível aumento do PIB.  

Um estudo da “Nexus – Pesquisa e Inteligência de Dados”, feito em fevereiro deste ano, nas 27 unidades da federação, apontou que 73% dos brasileiros  apoiam o fim da escala 6×1, mas que não haja redução de salário.

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