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Maio Amarelo: 34 mil pessoas morreram em acidentes de trânsito

De acordo com dados do Ministério da Saúde, acidentes de trânsito geraram um custo próximo aos R$ 350 milhões - (Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros)
De acordo com dados do Ministério da Saúde, acidentes de trânsito geraram um custo próximo aos R$ 350 milhões – (Foto: Ascom/Corpo de Bombeiros)

O Governo Federal, por meio do Ministério dos Transportes, lançou os primeiros trabalhos da campanha Maio Amarelo 2024. Nesta quinta-feira (02/04), membros da Secretaria Nacional do Trânsito abordaram as ações que devem ser pautadas no tema central da campanha: “A paz no trânsito começa por você”.

Segundo os organizadores, a principal proposta é contribuir para a redução de mortes no trânsito. Segundo George Santoro, secretário executivo do Ministério dos Transportes, a escolha do tema partiu de voto popular. “Isso é uma forma de fazer a sociedade refletir.

“É um momento importante para colocar no dia a dia de nossas famílias a importância da segurança viária. É um trabalho de preservação de vidas. O Brasil, infelizmente, vem tendo um desempenho não satisfatório. A gente tem muitas mortes no trânsito, em nossas ruas, vias e estradas”, alertou.

Número sobre acidentes de trânsito

Para reforçar essas atuações de prevenção, foram elencados mais de 5 mil pontos classificados como críticos em rodovias. De acordo com o mapeamento, são nestes pontos os registros do maior número de acidentes.  Segundo o diretor da Agência Nacional de Transportes Terrestres, Luciano Lourenço, é preciso gerar empatia, atitudes individuais e coletivas para garantir paz e segurança no trânsito. “Quando a gente fala de paz no trânsito, a gente fala de atitudes. Atitudes que minimamente ou majoritariamente promovem a vida.”

Conforme o Ministério da Saúde, que monitora as internações e as mortes no trânsito, 34 mil pessoas perderam a vida no país em razão de acidentes de trânsito em 2022. Foram contabilizadas, ainda, 212 mil internações.

“São R$350 milhões que poderiam ser investidos em construção de hospitais, unidades. Mas estamos internando jovens. Estamos perdendo os nossos jovens de 20 a 29 anos, principalmente os homens, que morrem seis vezes mais que as mulheres”, destacou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente da pasta, Ethel Maciel.

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