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Mais de 87 mil famílias devem se beneficiar com novas regras do “Minha Casa, Minha Vida”

Desde que houve a retomada do programa, em 2023, o "Minha Casa, Minha Vida" já contemplou cerca de 180 mil pessoas no Ceará - (Foto: Reprodução)
Desde que houve a retomada do programa, em 2023, o “Minha Casa, Minha Vida” já contemplou cerca de 180 mil pessoas no Ceará – (Foto: Reprodução)

Uma proposta encaminhada pelo Ministério das Cidades foi aprovada por unanimidade no Conselho Curador do Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço (FGTS). A iniciativa ampliou os limites de renda para as quatro faixas do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Além disso, também foram ampliados os valores dos imóveis das faixas 3 e 4 do programa de habitação.

A expectativa é que mais de 87,5 mil famílias sejam contempladas após publicação oficial no Diário Oficial da União. Um dos exemplos que demonstram a aplicação pode ser citado na faixa 4 do programa, criada em 2023. Antes disso, a faixa 3 contemplava pessoas com renda de até R$8 mil. Quase três anos após a criação da faixa 4, e com a recente ampliação, pessoas com renda de até R$ 13 mil serão beneficiadas com o programa.

O valor máximo de imóveis financiados também passou por uma alteração, alcançando o valor de R$ 600 mil.

Confira abaixo como ficaram as novas faixas após a alteração no “Minha Casa, Minha Vida”:

  • Faixa 1 — famílias com rendas de até R$ 3.200;
  • Faixa 2 famílias com rendas de até R$ 5.000;
  • Faixa 3 famílias com rendas de até  R$ 9.600;
  • Faixa 4 famílias com rendas de até R$ 13 mil.

Valor dos imóveis

  • Faixa 3: o teto passará de R$ 350 mil para R$ 400 mil.
  • Faixa 4: o teto passou de R$ 500 mil para R$ 600 mil.

De acordo com os responsáveis por alterar os valores, há uma estimativa de até R$500 milhões em descontos com as futuras aquisições de imóveis através do programa do Governo Federal. Criado em 2009, no segundo mandato do Governo Lula, o “Minha Casa, Minha Vida” se consolidou como a principal política pública de acesso à moradias dignas no Brasil, sobretudo para a população de baixa renda.

Desde a retomada do programa em 2023, o Ceará já contabiliza mais de 45 mil unidades habitacionais contratadas, o que representa um benefício a quase 180 mil pessoas.

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