Entre os dez piores resultados do Estado, todos receberam nota zero em Liquidez e, nove delas, em gastos com pessoal. O grupo é formado por Porteiras (0,1771), Quixadá (0,1615), Chaval (0,1578), Madalena (0,1540), Nova Russas (0,1478), Paramoti (0,1466), Ibaretama (0,1400), Baturité (0,1326), Forquilha (0,1287) e Limoeiro do Norte (0,1155), última colocada no Estado. A maior retração foi registrada em Porteiras (-67,2%), reflexo da queda nos indicadores de Investimentos e Liquidez.
Ao todo, o relatório analisou as contas de 166 dos 184 municípios cearenses, onde vivem 95,6% da população (8,6 milhões de pessoas). Dezenove Prefeituras (11,4%) registram boa gestão no Estado, enquanto 77 (46,4%) têm situação crítica e 69 (41,6%), difícil.
De acordo com o levantamento, apenas São Gonçalo do Amarante tem gestão de excelência no Ceará. A Firjan informa que o município atingiu 0,8753 ponto, se posicionando como a segunda melhor gestão no ranking do Brasil. O Ceará também apresenta outros três municípios entre os 100 maiores resultados do País: Itaitinga (0,7555), Parambu (0,7479) e Fortim (0,7205). Já na lista dos dez melhores resultados do Estado estão Fortaleza (0,7039), seguida por Icapuí (0,6962); Horizonte (0,6758); Alto Santo (0,6648); Viçosa do Ceará (0,6626) e Solonópole (0,6572), décima colocada. Mas no ranking das capitais brasileiras Fortaleza ficou em quarto lugar, com queda de -3,8% no IFGF geral na comparação com 2015.


