
O Tribunal Superior Eleitoral já deixou claro: a eleição de 2026 vai ser mais dura, principalmente no ambiente digital.
As mudanças vêm em um contexto em que a disputa política está cada vez mais nas redes. E é justamente aí que o TSE deicidiu apertar. Uma das principais medidas é a proibição de pagar pessoas (influencers) para publicar conteúdo político.
Na prática, é uma tentativa de frear a “opinião comprada”que circula como se fosse espontânea.
Outro ponto que chama atenção é o uso de inteligência artificial. Agora, se alguém for acusado de espalhar conteúdo falso com IA, vai ter que provar que não houve fraude. Ou seja: a responsabilidade aumenta.
Além disso, a Justiça Eleitoral amplia a fiscalização nas redes sociais e reforça que candidatos e partidos são responsáveis pelo que divulgam, inclusive por meio de terceiros.
No comando do Tribunal durante a eleição estarão os ministros Kássio Nunes Marques, na presidência, e André Mendonça, como vice. Ambos indicados por Jair Bolsonaro, com perfis mais discretos, o que também entra no radar político.
No fim das contas, o recado é direto: a eleição de 2026 deve ser mais vigiada, mais digital e com menos espaço para improvisos.

