
O candidato a governador do Ceará, Capitão Wagner (União Brasil), participou de entrevista nesta segunda-feira (15/08) para o projeto Conversa com Candidatos, uma parceria da Rede ANC com a Casa Vovó Dedé e o veículo Focus.jor. O candidato falou sobre a relação que a oposição faz entre Wagner e o presidente Jair Bolsonaro (PL).
“Hoje os bolsonaristas dizem que sou de esquerda e o pessoal da esquerda diz que sou bolsonarista. A minha história iniciou na política em 2010, anterior ao fenômeno de 2018”, destaca. O representante do partido de Luciano Bivar no Ceará segue ressaltando a parceria com os outros partidos, incluindo o Avante, que apoia Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência.
Além disso, o candidato afirmou que associações com o presidente Bolsonaro não podem ocorrer no período eleitoral já que seu partido tem um nome para as eleições presidenciais: Soraya Thronicke. “Como eu tenho um candidato para presidente no meu partido, eu não posso ter essa foto (com Bolsonaro na campanha) no primeiro turno“, declara.
Wagner afirma ainda que nem todo mundo acredita nessa relação, algo que conta ter sido mostrado no resultado das eleições municipais de 2020. Apesar das constantes comparações com o presidente, e uma pesquisa Ibope ter apontado que 39% dos fortalezenses consideravam péssima a gestão do chefe do Executivo Nacional (com quatro pontos percentuais para mais ou para menos), Capitão Wagner terminou no 2º turno com 48,31%. Sarto Nogueira (PDT), venceu com 51,69% dos votos.
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