Obras localizadas em municípios no interior do estado estariam paralisadas desde o início da gestão de Elmano de Freitas.

Convênios travados entre o Governo do Estado e prefeituras do interior do Ceará se tornaram tema de discussão na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece) nos últimos dias. De acordo com pronunciamento feito na última terça-feira (11/04) pelo presidente da Comissão de Orçamento, Finanças e Tributação da Alece, o deputado estadual Sérgio Aguiar (PDT), o financiamento de obras que foram determinadas até mesmo antes da posse do governador Elmano de Freitas (PT) estão paralisadas desde o início da gestão.
“A gente vem dar um grito de alerta. Passaram-se 100 dias e muitas das obras que estavam sendo executadas pelas prefeituras municipais em convênios, seja com a Secretaria da Cidade, com a Superintendência de Obras Públicas (SOP), ou com qualquer outro órgão do Governo do Estado, durante esses 100 dias ficaram paralisadas, mostrando como se fora uma apatia por parte daqueles que estão fazendo o seu dever de casa, que é administrarem as suas gestões municipais”, declarou o parlamentar.
O deputado mencionou ainda o impacto do entrave dos convênios para o desenvolvimento econômico do estado. “O local onde se dá o maior número de empregos no estado do Ceará é na construção civil, e obras paradas significa desemprego de boa parte da população”, destacou.
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Ao O Povo, o secretário-executivo de Articulação Política, Artur Bruno, que é responsável pela articulação entre o Estado e os municípios, declarou a gestão está organizando para que os recursos sejam liberados ainda no mês de abril . Ele afirma ainda que o governo irá cumprir todos os compromissos com os convênios municipais e ações diretas.


