Operação do Ministério Público investiga supostos atos de tortura feitas por policiais penais, com mandados de prisão preventiva.

Quatro mandados de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos nesta segunda-feira (17/10) contra policiais penais suspeitos de torturar detentos do sistema prisional. A operação foi deflagrada pelo Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), através do Núcleo de Investigação Criminal (NUINC) e em parceria com a Controladoria Geral de Disciplina dos Órgãos de Segurança Pública.
Os atos de violência teriam sido cometidos durante o ano de 2022, na Unidade Prisional Professor Olavo Oliveira II – UPPOO II, em Itaitinga, a 32 km de Fortaleza. De acordo com o MP, dois dos policiais penais suspeitos dos crimes não foram localizados e são considerados foragidos. A ação foi tomada após tentativas de recaptura de um grupo de 12 presos que fugiu na última sexta-feira (14/10). Apenas um dos detentos foi recapturado.
O Ministério diz ainda que os supostos atos de tortura praticados pelos agentes são considerados hediondos, e que dados de celulares e computadores foram enviados para extração de dados. A unidade abriga internos em cumprimento de regime semiaberto.
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