
A Universidade Estadual do Ceará (Uece) se manifestou em defesa de alunos e professores que foram acusados de uma suposta perseguição “[a grupos] por serem cristãos, bolsonaristas e não quererem declarar voto no candidato do Partido dos Trabalhadores (PT)”.
As denúncias ocorreram em 2018, ano das eleições presidenciais, no entanto voltou à tona após quatro professores e cinco estudantes da instituição terem sido intimados a comparecer a uma unidade da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (10/06), por conta das acusações.
Apesar do Ministério Público Federal (MPF) ter declarado que as reclamações dos denunciantes não possuem viabilidade, o inquérito ainda não foi arquivado.
Apoio da Uece
A Universidade afirmou apoio aos acusados, declarando que a intimação “fere a liberdade de expressão”.
“Os professores intimados, em momento algum, perseguiram alunos por terem posicionamentos divergentes, pois é exatamente em virtude dessas diferenças e do livre debate de ideias que a ciência se constrói. Na verdade, discussões e posicionamentos diversos são os pilares da academia”, declarou a instituição através de nota.


