De janeiro a 8 de junho deste ano, apenas 122 casos de chikungunya foram confirmados em Fortaleza. O dado representa queda de 99,8% em relação aos 54.582 casos registrados no mesmo período de 2017, quando a cidade viveu uma epidemia da doença. Em comparação ao intervalo do ano passado, são 73,7% de confirmações a menos.
O boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informa que os números correspondentes a 2019 ainda podem sofrer alterações, mas indicam um cenário de baixa transmissão.
Com sintomas similares a outras doenças, como a dengue e a zika, a chikungunya tem como característica mais marcante as dores intensas nas articulações. Em alguns casos, a dor pode se tornar crônica, podendo durar até três anos, segundo especialistas.


