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Seis em cada dez profissionais brasileiros planejam trocar de emprego em 2026

Foto: Reprodução

A intenção de mudar de emprego entre profissionais brasileiros segue em alta e alcançou 61% em 2026, segundo levantamento da consultoria Robert Half. O índice representa um crescimento de sete pontos percentuais em relação ao mesmo período do ano anterior e reflete o aquecimento do mercado de trabalho no país, especialmente nas regiões metropolitanas do Nordeste.

De acordo com a sondagem, fatores como remuneração, desenvolvimento de carreira e qualidade de vida aparecem entre os principais motivadores para a mobilidade profissional no próximo ano. O cenário indica maior confiança dos trabalhadores para buscar novas oportunidades em um ambiente considerado mais favorável à movimentação.

Entre os profissionais que pretendem mudar de emprego, a maioria deseja permanecer na mesma área de atuação. O levantamento aponta que 72% planejam trocar de empresa, mas continuar no mesmo campo profissional, enquanto 28% avaliam uma transição de carreira, com a possibilidade de migrar para outra profissão.

Para aqueles que buscam uma nova oportunidade dentro da própria área, os principais fatores que impulsionam a decisão são melhores perspectivas de crescimento, maior remuneração, busca por novos desafios, possibilidade de trabalho remoto ou híbrido e um pacote de benefícios mais atrativo. Já entre os que consideram mudar de carreira, os aspectos financeiros aparecem como principal motivador, seguidos pela busca por qualidade de vida, realização pessoal, aprendizado de novas habilidades e maior flexibilidade.

O estudo também identificou os elementos que contribuem para a permanência dos profissionais nas empresas onde atuam atualmente. Benefícios e remuneração lideram a lista, seguidos por modelos de trabalho flexíveis, equilíbrio entre vida pessoal e profissional, ambiente organizacional e oportunidades de desenvolvimento.

Segundo a análise da Robert Half, os dados reforçam o papel estratégico das empresas na retenção de talentos, especialmente em um contexto de maior mobilidade no mercado de trabalho. A consultoria destaca que, além da remuneração, fatores ligados ao bem-estar, desenvolvimento profissional e flexibilidade tendem a ganhar ainda mais peso nas decisões dos trabalhadores nos próximos anos.

A pesquisa foi realizada em novembro de 2025 e ouviu 500 profissionais qualificados, empregados ou em busca de recolocação, reunindo percepções e expectativas para o mercado de trabalho em 2026.

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