Com essa decisão de Tasso, que também é extensiva a Ciro Gomes, diante da candidatura própria do PSDB – João Dória ou Geraldo Alckmin – resta aos tucanos cearenses se manterem firmes na oposição ao governador Camilo Santana (PT) – já fechou com Lula- e aos FGs.
Tasso agiu rápido através de sua assessoria para acabar com a marotagem de Cid Gomes. O senador cearense percebeu o golpe e provou que não confia nos irmãos Cid e Ciro Gomes, apesar de todos esforços feitos por Ciro para se reaproximar de Tasso. Acontece que Tasso não esqueceu e nem esquecerá tão rapidamente ter sido chamado de “assassino” por Ciro.
Outro que não goza mais da confiança de Tasso é o secretário de Planejamento do Governo Camilo, Maia Junior. Se depender do PSDB cearense, Maia não será candidato a nenhum cargo majoritário do partido em qualquer coligação no ano que vem.
Já Luiz Pontes explicou a Tasso ter ido a Sobral prestigiar “o eterno senador Mauro Benevides”, cujo seu pai Osires foi seu suplente e teve o orgulho de ter sido seu 1º suplente na vitoriosa campanha de 1974, em plena ditadura militar. Luiz Pontes deu gargalhadas com a repercussão de um acordo do PSDB com os FGs. Disse que os tucanos estão firmes para derrotar essa oligarquia em 2018.


