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Taxa de desemprego no primeiro trimestre no Brasil é a menor da série histórica

Apesar do bom índice na taxa de desemprego, a pesquisa revela que alguns setores da economia sofreram uma baixa na ocupação - (Foto: Reprodução)
Apesar do bom índice na taxa de desemprego, a pesquisa revela que alguns setores da economia sofreram uma baixa na ocupação – (Foto: Reprodução)

Com base na série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), o Brasil registrou a maior queda no desemprego no primeiro trimestre. Em 2026 a taxa ficou em 6,1%. Até então, o melhor desempenho para o período havia sido registrado em 2025: 7%.

Os números também avaliaram a população “desocupada”, que é formada por aqueles que estão fora do mercado de trabalho, mas que estão em busca de emprego. No primeiro trimestre deste ano, eram 6,6 milhões de brasileiros nessa condição. 

Conforme os dados, o total de “ocupados”, conjunto composto por aqueles que possuem uma renda através do desempenho de alguma atividade econômica, chegou a 102 milhões de pessoas.

Apesar desses dados positivos, o estudo revela a diminuição na força de alguns setores, ainda que temporariamente. A área do comércio, por exemplo, sofreu uma queda de 1,5%, ou seja, menos 287 mil pessoas ocupadas neste segmento. Na administração pública também houve uma diminuição: 439 mil pessoas. O setor  de serviços também foi afetado com uma queda de 2,6%.

A pesquisa aponta que o Brasil vivenciou redução da informalidade. No trimestre encerrado em março, a taxa desta categoria foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%. O número de empregados com carteira assinada no setor privado ficou em 39,2 milhões, subindo 1,3% (504 mil pessoas a mais) em um ano.

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