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Testagem de HIV em comunidades indígenas cresce quase 50% desde 2022

Mais de um milhão de testes rápidos para a detecção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs) foram distribuídos em territórios indígenas ao longo de 2025, segundo dados divulgados, nesta segunda-feira (05/01), pelo Ministério da Saúde. O número representa um aumento de 25% em relação a 2022 e contou com o apoio dos 34 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEI).

Dados da pasta apontam que a ampliação da oferta de exames resultou em um crescimento de 47% na cobertura da testagem para HIV/AIDS entre comunidades indígenas desde 2022. O avanço indica a intensificação das ações de diagnóstico precoce e ampliação do acesso ao tratamento.

Testagem de HIV em comunidades indígenas cresce quase 50% desde 2022
Foto: Divulgação

No recorte mais recente, entre 2024 e 2025, a cobertura da testagem para HIV e outras ISTs cresceu 63,62%. De acordo com a pasta, o resultado reflete o fortalecimento das políticas de prevenção e a ampliação da rede de diagnóstico nos territórios indígenas.

Além da testagem, as ações de saúde incluem a distribuição de preservativos, com o objetivo de reduzir a transmissão das infecções. Para o secretário de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Weibe Tapeba, a estratégia contribui para qualificar o diagnóstico precoce, melhorar o acesso ao tratamento e revelar a real dimensão da carga de doenças nas terras indígenas.

Na avaliação da diretora do Departamento de Atenção Primária à Saúde Indígena (DAPSI), Putira Sacuena, a ampliação da testagem fortalece o controle das ISTs. Segundo a gestora, isso ocorre “principalmente quando combinada com estratégias de prevenção e ações para reduzir as morbidades e garantir ao paciente tratamento rápido e qualificado”.

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