
O Ministério Público do Ceará (MPCE) registrou 220 denúncias de “fura-filas” em todo o Ceará neste ano. A lista envolve pessoas que falsificaram o atestado de comorbidade para serem priorizados, que fingiram ser de outra cidade, e até quem se passou por profissional de educação e da saúde.
Fortaleza é o líder de denúncias, mas as irregularidades também foram constatadas em cidades do interior, como Jijoca de Jericoacoara e Guaraciaba do Norte. “Quando uma pessoa fura a fila e passa na frente sem está no critério, ela está pegando a vaga daquela outra pessoa que é mais vulnerável, isso significa que podem morrer mais pessoas porque uma decidiu furar a fila”, afirma o promotor de Justiça Eneás Romero.
A Notícia do Ceará/Com informações do G1


