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Suspeito de expulsar moradores em Fortaleza é preso em Acaraú

A Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) prendeu mais um suspeito de integrar uma organização criminosa responsável por promover deslocamentos forçados de moradores em Fortaleza. O homem foi capturado na cidade de Acaraú durante ações da Operação Impacto III, deflagrada nessa terça-feira (10).

De acordo com investigações conduzidas pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco), o suspeito atua como chefe de uma organização criminosa de origem carioca e é apontado como responsável por expulsões de moradores nos bairros Genibaú e Conjunto Ceará, na capital cearense. Ele também é investigado por participação em homicídios.

Contra o homem foi cumprido um mandado de prisão preventiva pelo crime de integrar organização criminosa. Durante a abordagem, os policiais apreenderam aparelhos celulares e um veículo que teria sido utilizado na tentativa de fuga.

Foto: Reprodução

Na mesma ação, outros dois homens foram conduzidos à delegacia. Um deles foi autuado em flagrante por desobediência, desacato e direção perigosa. Já o terceiro foi ouvido e liberado por não haver situação de flagrante no momento. A polícia segue apurando a possível participação deles em outros crimes.

O suspeito capturado em Acaraú é o 15º alvo preso no âmbito da Operação Impacto III. Durante a ofensiva, também foram cumpridos 13 mandados de prisão contra outros investigados e uma mulher foi presa em flagrante por envolvimento com o tráfico de drogas. Todos os detidos foram colocados à disposição da Justiça.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará (SSPDS), desde julho de 2025 já foram realizadas 92 prisões relacionadas a crimes de deslocamento forçado de moradores no estado. As ações contam com apoio de setores de inteligência e planejamento operacional das forças de segurança.

Conforme protocolo adotado pela SSPDS, a Polícia Civil realiza investigações para coibir ameaças e expulsões de moradores, enquanto a Polícia Militar do Ceará atua no monitoramento e mapeamento de imóveis envolvidos nesses casos. Quando são identificadas casas reocupadas por pessoas que não são os legítimos moradores, são adotadas as medidas legais cabíveis.

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