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Taxa de ocupação registra leve queda no Brasil

Apesar de uma leve queda na taxa de ocupação no Brasil, os números de empregabilidade ainda estão dentro de uma margem positiva - (Foto: Reprodução)

De acordo com levantamento da Pnad Contínua, a taxa de desocupação no Brasil ficou em 5,8%. Esse número é referente ao período de dezembro a fevereiro deste ano. Se comparado com o trimestre anterior (de setembro a novembro de 2025), os dados apresentaram uma elevação de 0,6%. Em números absolutos, o Brasil chegou a 6,2 milhões de pessoas desocupadas no país. Por outro lado, a taxa de ocupação também registrou uma leve queda. Segundo a Pnad, são 102,1 milhões de brasileiros dentro da taxa de ocupação, o que é 0,8% menor do que no trimestre passado.

Taxa de ocupação 

Em resumo, esse índice pode ser explicado da seguinte forma: pessoas que não estão trabalhando, mas que estão aptas a trabalhar e que procuraram emprego recentemente. O grupo com essas características está situado na taxa de desocupação. 

Outro índice que pode ser destacado na atual pesquisa se refere à taxa de subutilização da força de trabalho, que ficou em 14,1%, apresentando aumento em relação ao trimestre anterior, quando estava em 13,5%.  Ao todo, cerca de 16,1 milhões de pessoas estavam em situação de subutilização. 

Esse contingente cresceu 4,4% no trimestre, o que representa mais 675 mil pessoas, mas recuou 10,5% no comparativo anual, com redução de aproximadamente 1,9 milhão de brasileiros.

Desalento e informalidade

O número de desalentados, ou seja, pessoas que desistiram de procurar emprego, ficou em 2,7 milhões. O número se manteve estável no trimestre, mas apresentou queda significativa de 14,9% no ano, com redução de 477 mil pessoas. No setor formal, o número de trabalhadores com carteira assinada no setor privado chegou a 39,2 milhões.

O total de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado foi estimado em 13,3 milhões, com redução de 342 mil pessoas no trimestre e estabilidade na comparação com o ano anterior. O número de trabalhadores por conta própria alcançou 26,1 milhões. Já o nível de trabalhadores informais sofreu uma baixa de 500 mil pessoas em números absolutos, passando de 38,8 para 38,3 milhões de pessoas no atual trimestre.

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