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Intenção de compra de chocolates na Páscoa segue alta apesar dos preços

Mesmo diante da percepção de preços elevados, a maioria dos brasileiros pretende manter o consumo de chocolates na Páscoa deste ano. Levantamento do Instituto Locomotiva aponta que 90% dos consumidores devem comprar produtos relacionados à data, o equivalente a cerca de 148 milhões de pessoas.

A pesquisa também mostra que grande parte da população considera os ovos de Páscoa caros em comparação a outros formatos de chocolate com o mesmo peso. Ainda assim, a intenção de compra segue em alta em relação ao ano anterior, indicando que o apelo da data permanece forte.

Foto: Reprodução

O comportamento varia conforme a renda. Entre consumidores das classes mais altas, a intenção de compra é maior, enquanto nas faixas de menor renda o percentual é mais baixo. A presença de filhos também influencia: quem tem crianças em casa demonstra maior predisposição a adquirir produtos típicos da celebração.

Entre os que pretendem comprar chocolates, a maioria deve utilizá-los como presente, embora também haja parcela significativa que planeja consumir os produtos. O preço aparece como principal fator na decisão de compra, seguido por aspectos como qualidade, tamanho e marca.

Formatos

O levantamento aponta ainda crescimento no interesse por chocolates artesanais, com preferência por produtos de pequenos produtores. A tendência reflete a busca por itens mais personalizados e alternativas às grandes marcas, especialmente em um cenário de valores elevados.

Em relação aos formatos, os ovos de Páscoa continuam sendo os mais procurados para presentear crianças, enquanto entre adultos há maior equilíbrio entre ovos e outros tipos de chocolate. O estudo indica que o simbolismo da data permanece associado ao ato de presentear, independentemente do formato escolhido.

Outro destaque é o aumento do número de pessoas que pretendem produzir ou vender chocolates no período, apontando a Páscoa como oportunidade de geração de renda. O movimento é mais forte entre jovens e consumidores de menor renda.

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