
Em três levantamentos realizados em 2026, o número de bairros classificados como situação de risco para infestação do Aedes aegypti caiu de 41 para 16 (-61%). Neste ano, a Capital registrou 519 casos confirmados de dengue (com seis óbitos), 12 de chikungunya e nenhum caso de zika. Os números sobre infestação do mosquito que pode transmitir as arboviroses são do terceiro Levantamento de Índice Rápido Amostral para Aedes aegypti (LIRAa) elaborado neste ano, que permite identificar a presença do vetor em 121 bairros da Cidade.
- De Lourdes
- Olavo Oliveira
- Conjunto Ceará II
- Pedras
- Bom Futuro
- Jardim das Oliveiras
- Salinas
- Genibau
- Granja Lisboa
- Parreão
- Autran Nunes
- Praia de Iracema
- São Bento
- Conjunto Palmeiras
- Conjunto Ceará I
- Presidente Kennedy
De acordo com a Prefeitura, a partir dos resultados, as equipes de mobilização e combate às endemias reforçam as inspeções, a conscientização da comunidade e a eliminação de focos nas áreas com maior necessidade de intervenção.
A redução da classificação de risco para a presença do mosquito é importante, considerando que Fortaleza apresentou, até a semana epidemiológica 29 (entre 19 e 25 de julho), 521 casos de dengue, aumento de 26,15% em relação aos 413 casos confirmados em todo o ano de 2025.
Conforme dados divulgados pela Prefeitura, o LIRAa apontou ainda que o número de bairros classificados como satisfatórios passou de 18 para 36 bairros. Gestão destaca estratégias de enfrentamento com visitas domiciliares, aplicação de larvicidas, monitoramento do vetor, ações de educação em saúde e mobilização social, e bloqueio de casos confirmados de arboviroses.


