O Ceará acumulou 42.903 novos postos de trabalho com carteira assinada entre janeiro e setembro de 2026, de acordo com dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quarta-feira (4).

Com o resultado, o estado ocupa a terceira posição entre os maiores geradores de empregos formais do Nordeste, atrás da Bahia, com 83.055 vagas, e de Pernambuco, com 50.596. Em setembro, o estoque de trabalhadores com carteira assinada no Ceará chegou a 1.417.531.
Setores que mais contrataram
O setor de serviços liderou a geração de empregos no acumulado do ano, com 30.036 vagas. Em seguida aparecem a construção civil, com 9.929 postos; a indústria, com 1.449; a agropecuária, com 991; e o comércio, com 496.
Os dados também apontam maior participação feminina na ocupação das novas vagas. Entre janeiro e setembro, as mulheres preencheram 22.243 postos de trabalho, enquanto os homens ocuparam 20.660.
A faixa etária de 18 a 24 anos concentrou o maior número de contratações, com 34.039 vagas. Já entre os trabalhadores com ensino médio completo, foram registrados 31.297 novos postos.
Resultado de setembro
Somente em setembro, o Ceará registrou saldo positivo de 5.156 empregos formais. O setor de serviços respondeu por 2.439 vagas, equivalente a 47% do total do mês.
O salário médio de admissão no estado foi de R$ 2.081,38, valor superior à média do Nordeste, que ficou em R$ 2.073,28.
Os números do Novo Caged consideram a diferença entre admissões e desligamentos no mercado de trabalho formal.
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