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Ceará deve receber R$7,5 milhões para combater Aedes aegypti

DN: Quais as prioridades na aplicação de recursos, uma vez que o Estado convive com a possibilidade de epidemia de febre chikungunya e tem hospitais sendo reformados (Instituto Doutor José Frota, o maior em atendimento de urgência e emergência no Ceará) ou aguardando aporte para entrar em pleno funcionamento (Hospital Regional do Sertão Central, em Quixeramobim)?

MINISTRO RICARDO BARROS: O combate ao mosquito Aedes Aegypti é permanente e é o nosso maior foco. Todos os estados e, consequentemente todos os municípios brasileiros, acabaram de ganhar um importante reforço com recursos adicionais para intensificação de medidas de prevenção e combate ao mosquito que transmite a chikungunya, a dengue e o vírus zika. Foram R$ 152 milhões extras para todos os municípios e Distrito Federal. O Ceará tem R$ 7,5 milhões para estas ações, divididos em duas etapas. A primeira de R$ 4,5 milhões já foi liberada e o restante depende da comprovação de levantamentos de infestação do mosquito a serem realizados pelos municípios e registrados pelo estado (…)

Sobre recursos, estamos fazendo um esforço de economia na gestão para retomar o pagamento de inúmeros serviços que não contavam com contrapartida do Ministério (…) No Ceará, 264 serviços que estão em funcionamento passarão a contar com contrapartida do governo federal, são mais benefícios para a população na área da Saúde. O Ministério da Saúde está destinando R$ 239,1 milhões para o estado do Ceará. Além disso, o Ceará possui 403 obras de serviços de saúde em execução. Essas obras, juntas, correspondem a um investimento de R$ 112,3 milhões em empenhos com R$ 97,2 milhões já pagos.

D.N.

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