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Anvisa proíbe uso e comercialização de dois tipos de canetas emagrecedoras

É estimado que o mercado de "canetas emagrecedoras" movimente bilhões de dólares por ano. O alerta vai para o uso sem orientação médica - (Foto:Reprodução)
É estimado que o mercado de “canetas emagrecedoras” movimente bilhões de dólares por ano. O alerta vai para o uso sem orientação médica – (Foto:Reprodução)

Gluconex e Tirzedral, medicamentos considerados irregulares no Brasil, tiveram o seu uso e comercialização proibidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Remédios injetáveis conhecidos como “canetas emagrecedoras”, os produtos em questão eram fabricados por uma empresa não identificada, além de não ter registro, notificação ou cadastro na agência. 

A Agência reforçou o não uso de medicamentos nestas condições dada a falta de segurança para a saúde dos consumidores. De acordo com a agência, ao encontrar produtos das marcas em estabelecimentos ou em outros locais, é aconselhável acionar a fiscalização da Anvisa por meio de seus canais oficiais (plataforma).

O uso indiscriminado de “canetas emagrecedoras” tem crescido nos últimos anos, impulsionado pela busca rápida por perda de peso. Autoridades da área da Saúde alertam que o uso sem acompanhamento especializado pode causar efeitos adversos graves, como alterações metabólicas, problemas gastrointestinais e até complicações mais severas, dependendo da substância utilizada.

É estimado que medicamentos usados para emagrecimento, como os análogos de GLP-1 (tipo Ozempic, Wegovy, Mounjaro), movimentam bilhões no mundo. Só esse segmento global já ultrapassa US$ 30 bilhões por ano.

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