Até 2025, estima-se que aproximadamente 850 novos casos de leucemia sejam diagnosticados no Ceará, conforme apontado pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca). Entre os sintomas mais comuns da leucemia estão a palidez, o cansaço provocado pela anemia, manchas roxas na pele e sangramentos anormais.

No Brasil, a leucemia está entre os dez tipos de câncer mais comuns. No Ceará, cerca de 200 novos casos são registrados anualmente em crianças e adolescentes, representando 30% dos diagnósticos de câncer nesta faixa etária, segundo o Inca. A leucemia pode ser classificada em formas agudas, que são mais graves e agressivas ou crônicas, como a leucemia linfóide crônica, que às vezes não exige tratamento imediato. Nas formas agudas, o prognóstico é determinante para a escolha do tratamento adequado.
As leucemias agudas têm potencial de cura, enquanto as formas crônicas são geralmente controladas com quimioterapia. “Nesse contexto, quando a gente define a agressividade, é que entra a necessidade de se encontrar um doador para transplante de medulose, porque é a única. Nas leucemias agudas, de prognóstico mais agressivo, a única opção terapêutica e curativa é o transplante de medula óssea”, explica Fernando Barroso, integrante da Sociedade Brasileira de Medula Óssea.
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