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Ceará Sem Fome pode se tornar política nacional

Primeira-dama do Estado e articuladora do programa Ceará Sem Fome, Lia Freitas foi a convidada do “Destaque ANC” desta semana. Entre os assuntos tratados no quadro de entrevistas da REDE ANC, Lia deu enfoque ao trabalho social voluntário que vem desenvolvendo no Estado. Embora ainda esteja no início, o sucesso do Ceará Sem Fome o credencia como uma política que pode ser instalada em nível nacional.

A revelação foi dada com exclusividade à REDE ANC. Ao que tudo indica, o Ceará Sem Fome desponta como uma ação com grandes chances de se consolidar. Com base nesse experimento, Lia detalhou que tem buscado articulações para que o projeto possa ser implementado em todos os Estados do Brasil. “Já estivemos no Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, com o titular Wellington Dias. Apresentamos o Ceará sem Fome antes de eles apresentarem o Brasil Sem Fome, justamente para fazerem os ajustes necessários, principalmente no que se refere às cozinhas. Fizemos protocolos para que o Governo Federal possa passar recursos para essas cozinhas ou até mesmo para os produtores da agricultura familiar produzir para esses equipamentos”, ressaltou. 

No primeiro semestre deste ano, a articuladora do programa organizou todas as condições possíveis para que o programa pudesse chegar às famílias que realmente estão em situação de extrema vulnerabilidade alimentar. Agora, o objetivo da primeira-dama é ver ações semelhantes sendo emplacadas em todo o país. “A gente tem tentado fazer o que é o certo. O Ministério nos ouviu e quer replicar a ação em todos os Estados”, afirmou.

Até o dia 12 de setembro, o Ceará Sem Fome já havia alcançado a marca de distribuir 2.600 refeições à população do Estado diariamente. Atualmente, 55 cozinhas já estão executando as ações do  programa. De acordo com Lia Freitas, a previsão é chegar a 1.298 unidades em todo o Ceará, com 100 mil refeições diárias.

Confira a entrevista na íntegra: