Uma ação movida pela ex-candidata Adelita Monteiro pede a cassação da chapa de candidatos do PL-CE. Veja os nomes que correm o risco:

Os deputados estaduais eleitos pelo Partido Liberal (PL) correm o risco de não assumir as cadeiras na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), caso seja comprovado um caso de fraude à cota de gênero. Segundo o colunista Inácio Aguiar, do Diário do Nordeste, Andreia Moura, uma das 14 candidatas do partido ao cargo (quantidade mínima de candidaturas femininas, segundo a legislação eleitoral), afirmou não ter autorizado o uso de seu nome para o registro da postulação.
A candidata chegou a ser substituída após ficar constatada a inviabilidade de sua candidatura, mas o caso levantou debates sobre a possível irregularidade cometida. A Ação de Investigação Judicial Eleitoral foi proposta pela ex-candidata a deputada federal Adelita Monteiro (PSOL), que afirmou à coluna ter “plena convicção da instrumentalização das candidaturas pelos partidos para fraudar as cotas de gênero”.
De acordo com a coluna, a validade das candidaturas do PL deve ser julgada em pleno do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Ceará. Caso o partido obtenha uma resposta negativa, quatro candidatos serão impedidos de assumir os cargos aos quais foram eleitos neste ano. São eles: Carmelo Neto, Marta Gonçalves, Pastor Alcides Fernandes e Dra. Silvana.
ATUALIZAÇÃO: em nota enviada à Rede ANC, a assessoria do presidente estadual do PL, Acilon Gonçalves, afirmou está “acompanhando esta Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) e respondemos todos os questionamentos que são similares aos do processo do Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP), que foi julgado favorável ao Partido Liberal (PL)”.
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