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Confira as estratégias dos aliados de Lula e Bolsonaro no Ceará

Mesmo com fim das eleições estaduais, aliados de ambos os candidatos desenham estratégias para avançar com a campanha de Lula e Bolsonaro.

Confira as estratégias dos aliados de Lula e Bolsonaro no Ceará
Foto: Thiago Gadelha/PT

As eleições estaduais terminaram, mas os jogos políticos no Ceará visam agora o resultado nas urnas no dia 30 de outubro, quando será decidido quem presidirá o País nos próximos quatro anos. Aliados de Lula (PT) e Bolsonaro (PL) possuem, ao que tudo indica, estratégias semelhantes: apontar os defeitos do candidato adversário e trazer o maior número possível de eleitores que estão “em cima do muro”.

Capitão Wagner (União Brasil), após assumir o seu apoio para Bolsonaro neste segundo turno, divulgou aos aos seguidores seu plano. “Procura o eleitor do Ciro e mostra pra ele: ‘amigo, o Ciro mostrou todos os escândalos que aconteceram no passado. Tu assistiu? Tu ouviu o Ciro dizer? Então o que o Ciro quis deixa muito claro, que não podia retroagir, voltar ao passado”, disse durante a transmissão ao vivo de segunda-feira (03/10), antes de Ciro Gomes (PDT) anunciar que seguiria a orientação do partido e apoiaria Lula nessas eleições.

Durante a live, o aliado de Bolsonaro chegou a prever que Gomes tomaria partido. “Não sei se o Ciro vai manter essa coerência […] ou vai se posicionar para um lado ou para outro”, questionou. “Mas tudo o que o Ciro falou tá registrado. Tá nas redes sociais, tá nas declarações feitas na imprensa, isso não pode morrer. Essas informações são vitais pra gente conquistar o eleitor do Ciro, pra ele digitar 22”, afirma o deputado.

O Partido dos Trabalhadores do Ceará conseguiu, na tarde desta sexta-feira (07/10), a adesão de cinco siglas para a campanha do ex-presidente no estado. Entre os destaques, está a confirmação de Adilson Pinho, presidente do Pros, partido que consolidou parceria com Capitão Wagner na disputa estadual. O Partido Social Cristão (PSC), que é tradicionalmente de direita e com um grande percentual de alinhamento com Bolsonaro na Câmara e no Senado, também embarcou na campanha petista. Os partidos Agir e PMB também se uniram ao ex-presidente.

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