
Na última semana, capitais brasileiras deram início a uma campanha onde houve a distribuição de adesivos e projeções em prédios com o slogan “Prefiro Ciro”. Inclusive, Ciro Gomes divulgou em suas redes sociais imagens de uma manifestação favorável a ele que ocorreu em Florianópolis.

Opositores levantam a acusação de campanha eleitoral antecipada por parte do candidato do PDT, enquanto outros alegam que não há motivos de denúncia por não haver pedido explícito de voto.
Para o promotor de Justiça Emmanuel Girão, coordenador do Centro de Apoio Operacional Eleitoral (Caopel) do Ministério Público do Ceará, o mais preocupante são os gastos envolvendo os materiais produzidos para a ocasião e quem está pagando por isso. Segundo ele, a Procuradoria Geral Eleitoral ainda deve ser acionada para acompanhar a situação e, se houver outros gastos, é possível o aspecto de abuso de poder econômico.
Francisco de Almeida Prado Filho, membro fundador da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), também se posicionou sobre o caso e afirmou que o debate faz sentido, mas, de imediato, não deve implicar em uma decisão mais séria por parte da Justiça.


