
A Transnordestina forneceu um salto valioso em 2022, no qual segundo o presidente da companhia gestora, a FTL, Humberto Mota, o empreendimento ferroviário já atingiu este ano mais de 200 quilômetros em superestrutura construída, e de acordo com Humberto, as previsões de quando a ferrovia estiver em operação é ultrapassar o patamar de 30 milhões de contêineres transportados até 2030, gerando um volume de negócios, o equivalente a R$ 4 bilhões.
Estes dados foram apresentados durante a 17ª edição do Expolog – Feira Internacional da Logística, no Centro de Eventos do Ceará, nos dias 23 e 24 de novembro. Na ocasião, o presidente da FTL disse que a ferrovia gere mais de 90 mil empregos diretos e indiretos, e adicione R$ 10 bilhões por ano ao Produto Interno Bruto (PIB) em sua região de influência a partir do primeiro ano de operações.
Complexo do Pecém
Um terminal para recepcionar todo o escoamento da ferrovia no Complexo do Pecém está com previsão para começar a ser construído a partir de 2023. A coordenação do projeto está sob a administração da Nordeste Logística (Nelog), e as informações mais recentes do processo burocrático dependem da liberação da licença ambiental, o resultado aguardado para este mês de dezembro.
Somente com o terminal, o projeto prevê incrementar 600 navios por ano, na movimentação do Porto do Pecém, apontam estudos. Além disso, há a possibilidade de interligar a rodovia, por assim estabelecendo expansão de transporte de cargas o qual inclui granéis sólidos, minérios de ferro, além de commodities agrícolas, e outras mercadorias.
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