Edson Fachin homologou o acordo com oito empregados da OAS.
A Folha de S. Paulo informa que os delatores trabalhavam no departamento de propinas da construtora, a chamada “controladoria”.
Eles repassaram dinheiro para Lula por meio das contas Zeca Pagodinho (praia) e Zeca Pagodinho (sítio).


